Com a
proximidade das eleições crescem as expectativas do brasileiro quanto ao
futuro do país. O clima é de visível perplexidade em face das incertezas que se
afiguram no cenário geral e nas opções de candidaturas registradas. O quadro instalado marca de
modo indelével este momento da Nação. O eleitor, no geral, se revela incrédulo
e, sobretudo, indeciso neste panorama, quase que inédito. Será uma eleição que ficará fortemente marcada na História da República. Naturalmente, é bom lembrar, que por trás de tudo tem uma profunda crise econômica que vem detonando empresas, famílias e indivíduos, sem distinção de classe, como pano de fundo da perplexidade. "Ah! Mas, já atravessamos momentos piores e muito mais difíceis!", muitos afirmam... Sim, claro que já atravessamos momentos muito difíceis. Sem dúvidas... Contudo, cada crise é uma crise e não lembro de nada
semelhante a esta.
Estes dias, observando as pesquisas do Datafolha, divulgadas no inicio da semana (20/08/18), uma coisa chamou-me a
atenção e que corroboram com o acima descrito. Observei que no plano nacional, para presidente da Republica, os que optaram
por responder que votariam em Branco/Nulo/Nenhum, somados aos que não sabem em quem
votar resultou num percentual de 28%, que, neste caso, foi superior ao percentual obtido
por Jair Bolsonaro que lidera o rank e alcançou apenas os 22%. Ressalvo, de antemão, que estou falando do cenário mais
provável, isto é, do levantamento em que o Haddad vem substituindo o Lula. Pois bem, para qualquer primário analista é uma marca de chamar atenção. Afinal, tem muita gente nesse percentual de 28%.
Em Pernambuco, que me desperta interessa particularmente, esses que dizem votar em Branco/Nulo mais os que não sabem em quem votar perfazem um total de 35%! Ufa! É coisa muito grande. Já o candidato que vem liderando nesta sondagem é o atual governador do estado, Paulo Câmara, que tenta a reeleição e alcançou a marca de, apenas, 22%. Ora, vamos e venhamos, estes 35% é um indicador significativo da descrença geral na classe política e que pode, ou não, mudar quando do inicio da campanha eleitoral no rádio e TV a partir do próximo dia 31 de agosto, além do que pode rolar nas redes sociais. É em cima dessa suposta parcela de mais de 1/3 dos eleitores que serão endereçadas as mensagens mais apelativas dos candidatos no guia eleitoral. Vamos ver o que vai acontecer.
Examinando resultados das pesquisas noutros estados da Federação constatei que esse comportamento vem se repetindo em vários deles. Procure ver as publicações e confira.
Em Pernambuco, que me desperta interessa particularmente, esses que dizem votar em Branco/Nulo mais os que não sabem em quem votar perfazem um total de 35%! Ufa! É coisa muito grande. Já o candidato que vem liderando nesta sondagem é o atual governador do estado, Paulo Câmara, que tenta a reeleição e alcançou a marca de, apenas, 22%. Ora, vamos e venhamos, estes 35% é um indicador significativo da descrença geral na classe política e que pode, ou não, mudar quando do inicio da campanha eleitoral no rádio e TV a partir do próximo dia 31 de agosto, além do que pode rolar nas redes sociais. É em cima dessa suposta parcela de mais de 1/3 dos eleitores que serão endereçadas as mensagens mais apelativas dos candidatos no guia eleitoral. Vamos ver o que vai acontecer.
Examinando resultados das pesquisas noutros estados da Federação constatei que esse comportamento vem se repetindo em vários deles. Procure ver as publicações e confira.
Nisso tudo, vejo
algo que ainda é pouco sublinhado e que sinaliza para um certo progresso na
conscientização do eleitor. Parece que a crise vem fazendo a ficha cair. Acredito que essa
conscientização vai falar mais alto nas mentes mais esclarecidas de eleitores.
Tanto melhor. O Brasil precisa amadurecer politicamente e este pode ser um
caminho adequado ao momento que atravessamos.
Nesse emaranhado de incertezas, lembro que já encontrei muitos que se mostram desiludidos ou sem estímulo
para acompanhar o processo eleitoral e outros que, além de descrentes com os políticos em geral, mostram-se, agora, decepcionados com as
coligações partidárias formadas que reúnem ferrenhos inimigos do passado subindo, agora,
num mesmo palanque, na busca frenética de se manter no poder. Promiscuidade política, pura! Por fim, há também, aqueles que garantem não pisar numa sessão eleitoral, no dia 7 de outubro, preferindo
justificar o voto.
Este é o
Brasil que construímos no passado recente. O eleitor tem a responsabilidade maior
de todas num processo eleitoral democrático. O velho rifão popular de que “cada
povo tem o governo que merece” pode ser, mais que nunca, revisitado e "martelado"
nas cabeças do eleitorado brasileiro. Votar de modo responsável deve ser lema de um
corpo a corpo sem fim. O país tem que
mudar e essa mudança começa por mim, por você cidadão ou cidadã responsável. Cumpra seu papel cívico. Não desanime! O Brasil tem solução. E a solução está na sua mão caro ou cara Leitor(a). Vamo que vamo! Vote com consciência.
NOTA: Ilustração colhida no Google Imagens
NOTA: Ilustração colhida no Google Imagens














