Esta semana, por exemplo, recebi várias provocações: uma leitora do México me pediu um comentário sobre a vitória do Brasil na Copa das Confederações. Ela confessou ter acompanhado o jogo, realizado na África do Sul, e vibrado com a garra brasileira contra os gringos. Outro, do Chile, quase me exigiu um manifesto contra o golpe de estado em Honduras. No mesmo dia, alguém me pediu um comentário sobre a morte de Michael Jackson e, por fim, um pedido de apoio do Blog a um projeto de combate à exploração sexual de mulheres, adolescentes e crianças do sexo feminino, em apoio a um grande projeto nacional. Este último tema vai ser meu assunto para uma postagem à parte. Hoje, vou atender, numa postagem do tipo 3 em 1, meus outros amigos. Antecipando, asseguro que farei de forma simples e objetiva, com os humildes comentários a seguir:
Provocação Nº.1 – A vitória do Brasil, de virada, contra a seleção dos Estados Unidos, sagrando-se campeão da competição disputada na África do Sul foi, sem dúvida, muito boa, sobretudo pela virada do segundo tempo de jogo, provocando muita emoção nos brasileiros que já davam como perdidos e pelo simbolismo que sugere. Mais uma vez o futebol brasileiro mostrou sua tenacidade futebolística e, desta vez, contra um adversário sem tradição na modalidade.
Pessoalmente, acho que esta seleção de Dunga não é das melhores. Ainda não tem a formação desejada para convencer. Acho que para o Mundial de 2010 vai ter que ser bastante burilada e reforçada. Alguns jogadores incensados mundo afora, Robinho por exemplo, ainda não deram o que se deseja ou que faça jus à fama e grana preta que põe no bolso a cada mês. Não posso me estender muito por falta de competência no assunto e de espaço, mas, devo dizer que fiquei de peito lavado ao ver os netinhos de Tio Sam de “rabinho entre as pernas” e cabisbaixos, coisa que eles odeiam e não sabem administrar, recebendo as medalhas de vice-campeões. Foi um castigo porque já queriam dar sinais de nova liderança nos campos do soccer. Não foi desta vez. Acho, até, que um dia eles irão chegar lá. Mas irão é futuro e a Deus pertence.Provocação N°.2 – Meu amigo Julio Silva Torres, chileno da melhor cepa, passou uma semana revoltado com o golpe de estado em Honduras. Com razão, manifestou de todo modo que pode sua revolta e pediu-me colaboração no Blog. Bronca pequena para quem tem noção de perigo. O que aconteceu em Tegucigalpa é uma tremenda abertura de precedente para uma America Latina cheia de candidatos a ditador. Alguns já o são mascaradamente e, embora se manifestem publicamente contrários ao golpe hondurenho, acho que estão intimamente torcendo para que as coisas se consolidem. O mundo está dando um recado de maturidade política ao se posicionar contrário a qualquer tipo de ataque à democracia, como este de Honduras. Até os Estados Unidos, que no passado reconheciam e davam suporte aos golpistas oportunistas, já cravaram sua condenação, a meu ver, de peso. ONU, OEA e o resto do mundo estão de mãos dadas nesse repúdio e determinando o restabelecimento da ordem. Vejo Honduras – pobre e subdesenvolvida – num beco sem saída. Acho que os desdobramentos podem ser de grande monta, em prejuízo da paz nas Américas. Um perigo! Afinal, tem coisa mais absurda do que trair um regime democrático? Se no passado isto era repudiado e foi banido em meio mundo, em pleno século 21, é abominável. Aliás, não existe adjetivo adequado. Viva Manoel Zelaya! Que volte ao poder. Não importa, por enquanto, seus projetos políticos, que podem até ser espúrios, mas o fato é que o derrubaram com um golpe contra a democracia. E isto é inaceitável.
Provocação Nº.3 – A morte de Michael Jackson. Não sei por onde começar, diante dessa insólita
“comoção” mundial. Sinceramente fico pasmo com tudo que venho assistindo. Para ser franco, nunca fui ligado ao sucesso desse cantor. Talvez por não ser fã da chamada onda pop ou por não fazer parte daquela geração. Nem sei direito o que vem a ser pop. Muito menos entender porque significou a mixagem da musica dos negros com a dos brancos. Talvez falta de interesse, mesmo. Ademais, nunca admirei as mungangas que ele fazia. Pode até ter algum valor coreográfico. Como não sou bailarino, não posso opinar. Vi alguém na televisão comparando-o com Fred Astaire e tentei corrigir os conceitos que fazia sobre o rapaz. Foi difícil. Fred Astaire? Jackson? com aquela máscara branquela? Sei não! Certamente que ele foi um sucesso para as gerações dos anos 70 e 80. Até em casa vi meus meninos imitando os remelexos dele. Mas... cá prá nós... nunca vi, antes, tanto desajuste e irresponsabilidade, quantos atribuídos a esse astro da parada de sucesso da billboard. Acho, aliás, que ele foi um péssimo exemplo para sua geração, além de ser – que é muito sério – um retrato fiel do preconceito racial nos Estados Unidos. Agora, depois dessa morte cheia de mistérios – bem ao seu estranho estilo – não aceito essa overdose midiática que cobre o caso. Nosso mundo está mesmo carente de verdadeiros líderes, haja vista que o que se vê pela TV rivaliza com a cobertura de exéquias de um Papa. Ele não passava de um cantor bailarino... mais bailairino, aliás. Ah! Tenha dó.Tenho dito, por hoje. Bom fim de semana!
NOTA: Fostos colhidas no Google Imagens.
que os romanos construíram Europa adentro. Encantei-me com os monumentos milenares que visitei no Japão ou as obras de arte pré-colombianas de alguns países latino-americanos, como Machu-Pichu, no Peru. Enfim, há uma infinidade de patrimônios da humanidade que são preservados e cuidados como jóias, que são.





















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