Estes últimos dias, tenho acompanhado e contribuido, como Deus me permite, com a operação de ajuda aos flagelados das enchentes de junho na Mata Sul, do estado de Pernambuco. Fiz muito pouco, diante da envergadura e trabalho de outros que estão pondo a mão na massa e fazendo tudo acontecer. Refiro-me, novamente, à operação ShelterBox, promovida pelo Rotary Club International.
Esta semana, junto com outros rotarianos, visitei o sitio de montagem das tendas-abrigos, na cidade de Água Preta, na região fustigada pelas águas. O que pude ver é simplesmente gratificante. Enche de felicidade qualquer cidadão que participe do processo.
Passada a avalanche, restou a destruição, com efeitos nocivos, no seio de uma sociedade pacata, trabalhadora e cheia de projetos. “O meu mundo se acabou... estou acabado. Só me resta esperar o fim... Perdi filhos, mulher, outros parentes, casa e meu ganha-pão.” Foi o lamento doído de um popular, “náufrago” da enxurrada. Conta-se também a história do cidadão que tinha oito casinhas, morava numa dessas e alugava as sete restantes. Vivia da renda desses aluguéis. Não sobrou nada... Ficou “sem eira, nem beira”, como se dizia antigamente.
Mas, meu Deus, enquanto há vida, há esperança e, eis que, aos poucos, tudo tende a retomar seus cursos normais e a vida volta a ser exaltada. A ordem é reconstruir.
Assim que, ainda num cenário de desastre – pontes destruídas, ruas arrasadas, povo em abrigos coletivos e rios determinando novas, e até surpreendentes, conformações geográficas – brotam soluções inteligentes, frutos, sobretudo, da solidariedade humana. O esquema do Programa ShelterBox do Rotary tem, na medida, essa característica.
Logo mais, quem estava arranchado, muitas vezes amoquecado entre panos sujos, vendo crianças, aos magotes, fazendo xixi e cocô, por todo lado, poderá usufruir de seu próprio cantinho, provido do que se faz de necessário para uma vida digna, como teto, limpeza, água pura, comida, lazer e segurança. Somente o fato de poder dormir em paz, sabendo que o rio não vai lhe expulsar do local, já vale por tudo. Na prática, são pessoas que vão sair de moradias subnormais (bote subnormal nisto!), como, por exemplo, um jirau, debaixo da ponte que caiu. Vão experimentar o que nunca imaginaram provar. Vão dispor, além de abrigo seguro, de banheiros, cozinha comunitária, refeitório coletivo, luz elétrica, TV comunitária, entre outros benefícios.
Uma pergunta, porém, sem resposta, pelo menos agora, é: saberá essa gente preservar este patrimônio que estão recebendo. Eis, então, outro desafio: monitorar e orientar o assistido. Coisa para depois...
Nota: Fotos da autoria do próprio Blogueiro. Veja a exibição de slides no topo da Coluna da Direita.





coletiva na qual contou com o apoio de grupos em favor dos direitos animais. O descumprimento da ordem trará penas econômicas para os donos que resistam a castrar seus animais de estimação, que vão desde um mero aviso por escrito, se for a primeira vez, até uma multa de US$ 500 ou 40 horas de serviço comunitário a partir da terceira infração. Os gatos e cães que participarem de competições, assim como os cães-guias utilizados pela Polícia ou os pertencentes a criadores profissionais ficarão isentos do cumprimento desta lei.” A lei é de 2008. Assim, para o meu irmão sair à rua ou parque, com o cachorrinho dele, além de portar a carteira de identidade (lá tem isso também, que é chamada de licença para o animal circular) o animalzinho deve exibir a cicatriz de extração das duas bolas traseiras. Ai que dor! Que crueldade!
comércio sofisticado e uma cozinha invejável, que conquista o visitante pela boca, secundada pelos preciosos vinhos (a Região é lugar dos vinhos feitos com as seletas uvas Sangiovesi, entre os quais o famoso e caríssimo Brunello de Montalcino, por exemplo). Conquista, também, pela beleza do seu comércio sofisticado e pela história que conta. Impossível não se render a esses atrativos. Além do mais, Bolonha tem um nível cultural invejável e é um dos centros universitários mais famosos da Europa. É lá que se encontra a mais antiga universidade do mundo. Outra característica da cidade são as galerias e arcadas de quase todos os prédios.
musica pop internacional.. Foi para lá que corremos – eu, minha mulher e outro casal amigo – a bordo de um vaporêto (ônibus da cidade) que faz a linha partindo da Estação Central de Veneza (Santa Lucia) num percurso completo pelo Gran Canal, passando por baixo de duas joias arquitetônicas, as pontes de Rialto (construída em 1588), vide foto a seguir, e a de Cá d`Oro, até a citada praça.