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segunda-feira, 6 de setembro de 2021

Pindorama à deriva

Está impossível suportar. Assustador. Notícias alarmantes dão contas de que a Nau Pindorama parece haver perdido o rumo, embora “ao som do mar e à luz do céu profundo”. Os boletins recebidos chegam, a cada dia, mais preocupantes. Já se sabe que o comandante, com claros sinais de sofrer da síndrome da incontinência verbal, não perde uma chance de agitar os passageiros e, ao que se percebe, se diverte girando o leme com impressionantes guinadas. Muitos se divertem como se montados num moderno brinquedo de um parque de diversões. Outros se apavoram e tentam reações “salvadoras”. Nesse quadro de navegação conturbada, muitos “subalternos” hierarquicamente, ousam querer, com “braço forte” tomar o comando. Ninguém se entende na “terra mais garrida” e os passageiros se mostram, cada vez mais, inquietos agarrados aos paus de bandeiras verde-amarelas e vermelhas, aos berros. Vômitos verbais, desaforos e desespero são características nessa rota. Todo mundo fala alto e ninguém escuta a principal mensagem. As ondas se mostram cada vez mais altas. Uma metade dos passageiros na proa e a outra na popa ameaçando se engalfinharem a qualquer momento. Qualquer semelhança com o “florão da América” não é coincidência. É pura verdade.
Mas, por felicidade há crédulos descendentes de Noé e Cabral postados esperançosos, “às margens plácidas” da Terra de Santa Cruz, clamando por paz e concórdia. Que Deus os escute. Pindorama está muito desgastada. Pode estourar o casco e provocar um desastre indesejado. Que os céus soprem ventos alísios, comum nessas regiões tropicais, trazendo umidade e chuvinhas capazes de mitigar o calor que esquenta a Nau e ameaça incêndios. NOTA: A charge ilustrativa foi colhida no Google Iamgens

Supremo Desalento

Acordei cedo neste 15 de setembro de 2026, alimentado uma das maiores esperanças dos últimos tempos para meu Brasil: a sessão extraordinári...