Por motivo de ordem técnica o Blog do GB não saiu, semana passada. Nessas horas fico me perguntando como chegamos a este tempo de intensa tecnologia da informação. Sem essas ferramentas o mundo pára. Quando enveredei pelo projeto do meu Blog do GB e ele virou minha “cachaça” logo percebi que sem ela sinto-me incompleto.
O tema da semana seria ainda sobre uma Argentina mergulhada em novos episódios preocupantes, que de algum modo refletem na economia do Brasil. Mas, deixei prá lá... Quem lê jornais e semanárias fica inteirado de tudo.
Ainda no plano internacional, pergunto: tem coisa mais prosaica e ridícula do que a ampla divulgação jornalística que estão dando sobre a falta de papel higiênico, na Venezuela? Coitados! Virou assunto de Estado. O Presidente Maduro, preocupado com a situação, vai comprar seis milhões de rolos, no Brasil. Urgentemente! Vide foto abaixo. A que ponto chegaram! Eu já tinha ouvido noticias da falta de outros itens mais notáveis, da cesta básica bolivariana, mas, até o utilíssimo papel higiênico? Imagino como esteja este pobre povo já tão sofrido. Li um comentário hilário sobre a situação: “se antes os jornais venezuelanos não serviam nem para limpar o @#%s, agora tem destino certo. Por sorte, porque tem sido a valia da população venezuelana”. Ri muito e, ao mesmo tempo, lamentei pensando nos amigos que tenho por lá. Lembrei de uma amiga chamada Flor, esposa do famoso guitarista Lucho Quintero. O que será dessa flor, nas atuais circunstâncias?
Chocante, mesmo, é a história daquele monstro que manteve três jovens em cativeiro, durante dez anos, numa casa aparentemente frágil, Vide foto, em Cleveland, nos Estados Unidos. Que horror! Que falha elementar do FBI.
Por outro lado, fico impressionado com episódios absurdos do cotidiano brasileiro, como, por exemplo, o fato do menor que assumiu a autoria do crime de queimar viva, num assalto, a dentista Cinthya de Souza, no ABC paulista. Foto a seguir. Um crime hediondo. O motivo: ter somente R$ 30,00 na bolsa! É espantoso! Absurdo maior é concluir que estão terceirizando o crime! Estamos cada vez mais afundando moralmente falando, neste Brasil velho. A coisa parece funcionar assim: um menor assume o assassinato, recebe uma “recompensa” qualquer do verdadeiro criminoso, cumpre uma pena de passar dois anos numa casa de ressocialização, enquanto o verdadeiro criminoso, em liberdade, sai repetindo a atrocidade, sem medo, com prazer e certo de que nunca vai ser condenado de verdade.
Da mesma região paulista, veio a noticia do caso da garota pernambucana, que de tão estressada pelo bulling que sofria na Escola, “perdeu a cabeça” e terminou agredindo com uma arma branca o colega de classe? O garoto não suportava o sotaque nordestino da menina. Francamente. Preconceito e revolta mixados.
Como ninguém está livre das atrocidades sociais, deste mundo informatizado, tive o maior trabalho para corrigir três ataques que me fizeram em poucos dias: clonaram dois dos meus cartões de crédito e um talão de cheque, inteiro! Três episódios independentes, bom regsitrar. Gastaram adoidado, pelo Brasil afora. Num dos cartões, compraram uma passagem na executiva da TAM, trecho São Paulo/Nova York/São Paulo.
É duro dizer, mas, nosso mosaico social está todo desajustado.
NOTA: Fotos obtidas no Google Imagens.
O tema da semana seria ainda sobre uma Argentina mergulhada em novos episódios preocupantes, que de algum modo refletem na economia do Brasil. Mas, deixei prá lá... Quem lê jornais e semanárias fica inteirado de tudo.
Ainda no plano internacional, pergunto: tem coisa mais prosaica e ridícula do que a ampla divulgação jornalística que estão dando sobre a falta de papel higiênico, na Venezuela? Coitados! Virou assunto de Estado. O Presidente Maduro, preocupado com a situação, vai comprar seis milhões de rolos, no Brasil. Urgentemente! Vide foto abaixo. A que ponto chegaram! Eu já tinha ouvido noticias da falta de outros itens mais notáveis, da cesta básica bolivariana, mas, até o utilíssimo papel higiênico? Imagino como esteja este pobre povo já tão sofrido. Li um comentário hilário sobre a situação: “se antes os jornais venezuelanos não serviam nem para limpar o @#%s, agora tem destino certo. Por sorte, porque tem sido a valia da população venezuelana”. Ri muito e, ao mesmo tempo, lamentei pensando nos amigos que tenho por lá. Lembrei de uma amiga chamada Flor, esposa do famoso guitarista Lucho Quintero. O que será dessa flor, nas atuais circunstâncias?
Por outro lado, fico impressionado com episódios absurdos do cotidiano brasileiro, como, por exemplo, o fato do menor que assumiu a autoria do crime de queimar viva, num assalto, a dentista Cinthya de Souza, no ABC paulista. Foto a seguir. Um crime hediondo. O motivo: ter somente R$ 30,00 na bolsa! É espantoso! Absurdo maior é concluir que estão terceirizando o crime! Estamos cada vez mais afundando moralmente falando, neste Brasil velho. A coisa parece funcionar assim: um menor assume o assassinato, recebe uma “recompensa” qualquer do verdadeiro criminoso, cumpre uma pena de passar dois anos numa casa de ressocialização, enquanto o verdadeiro criminoso, em liberdade, sai repetindo a atrocidade, sem medo, com prazer e certo de que nunca vai ser condenado de verdade.
Da mesma região paulista, veio a noticia do caso da garota pernambucana, que de tão estressada pelo bulling que sofria na Escola, “perdeu a cabeça” e terminou agredindo com uma arma branca o colega de classe? O garoto não suportava o sotaque nordestino da menina. Francamente. Preconceito e revolta mixados.
Como ninguém está livre das atrocidades sociais, deste mundo informatizado, tive o maior trabalho para corrigir três ataques que me fizeram em poucos dias: clonaram dois dos meus cartões de crédito e um talão de cheque, inteiro! Três episódios independentes, bom regsitrar. Gastaram adoidado, pelo Brasil afora. Num dos cartões, compraram uma passagem na executiva da TAM, trecho São Paulo/Nova York/São Paulo.
É duro dizer, mas, nosso mosaico social está todo desajustado.
NOTA: Fotos obtidas no Google Imagens.


