Pequim é uma imensa metrópole. Não tem o tamanho de Xangai, mas revela, por toda parte, uma dinâmica especial, com características próprias de capital de um grande país. Espantoso
A Praça em si é monumental. É considerada a maior praça publica do mundo. Na sua imensidão estão distribuídos estratégicos e belíssimos jardins floridos e é completada por duas descomunais telas de video. Pelos meus cálculos medem 2,00x30,00m, talvez mais do que isto, apresentando magníficas imagens em HD, dos mais importantes cartões postais do país. É impactante. (vide foto a seguir).
Num bairro antigo a emoção de mergulhar no quotidiano histórico. Em Nanluoguxiang e Shichahai, por onde andamos, experimentamos a inesquecível sensação de apreciar o dia-a-dia do homem comum chinês, entrando numa residência particular de 150 anos, passando por pequeno centro comercial comunitário e, o melhor de tudo, sendo conduzidos num ciclo-riquixá, coisa muito comum no Oriente. De fato, é muito divertido ser levado por um cidadão pedalando em admirável velocidade entre as ruelas do subúrbio. (Vide foto abaixo e filminho no final da postagem)
Outra coisa incrível foi nossa visita à Feira de comidas exóticas de Pequim. Ali se encontra os mais extravagantes e asquerosos petiscos do planeta: cobra, barata d´água, gafanhotos, cavalo marinho, centopéia, bicho da seda e escorpião são os mais populares. Incrível como a turma baixa a boca e devora tudo com imenso prazer. Para não perder a oportunidade e entrar no clima, arrisquei no bicho-da-seda. Não gostei. Pasmo, vi duas holandesas se deliciando ao experimentar o escorpião frito. Eca... 
Por fim, e coroando a visita à China, uma esticada até um dos pontos da Muralha da China, a 80Km do centro e Pequim, patrimônio da humanidade, pela UNESCO, e eleita recentemente como uma das sete maravilhas do mundo. Impossível vê-la por completo, em face da sua extensão de 6.700 km, cortando a
China de leste a oeste. A muralha serviu originalmente de proteção contra os invasores bárbaros, entre os quais os hunos, e, depois, os povos machus e mongóis, que ainda assim conseguiram invadir o país. Haja história. É emocionante pisar ali. Um frio de lascar. Mas valeu à pena.
A tudo isto eu chamo de mergulho na história. Estive nas raízes da história do Oriente.
A tudo isto eu chamo de mergulho na história. Estive nas raízes da história do Oriente.
NOTAS: 1. Fotos e filminho da autoria do Blogueiro. 2. O Blogueiro esteve na China, entre os representantes do Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecanicas e de Material Eletrico de Pernambuco, na Missão Empresarial 2010, da Fecomercio/PE.
3 comentários:
Muito grata pela viagem!
Beta
Professor,
Comer barata, uiiiiiii, nem pelo dinheiro do hipertensão, estou me arrepiando só de pensar...
“Reserva técnica”, vai nessa, em origens mais remotas nós mulheres éramos adoradas como deusas, onde tínhamos nossos filhos eram erguidos templos, até hoje são encontradas estatuetas de Vênus, que aliás, é meu planeta regente.
Os homens não sabiam de seu papel na fecundação e como nós mulheres dávamos a luz, o Deus deles era feminino, ou seja, cultuavam a Deusa... os filhos eram considerados de todos, pois não havia monogamia, isso inclusive, foi invenção masculina para garantir a origem de sua prole... que coisa não, modernos... as coisa vão e vem, existe mesmo evolução? E hoje nós mulheres lutamos pela igualdade de direitos, mas já fomos bem mais poderosas, hegemônicas, bem antes desse sistema ainda patriarcal newtoniano-cartesiano... uma amiga minha, professora da UFRPE está para lançar um livro sobre o assunto, sobre o Sagrado feminino, quando tiver tudo certo te mando o convite.
Mas adorei as fotos, a Muralha chinesa é impressionante e a cidade proibida é belíssima.
Danyelle Monteiro
MEU CARO GIRLEY, NÃO FÔRA A DISTANCIA, ATÉ ME ANIMARIA
CONHECER A CHINA. SÓ QUE 24 HORAS DENTRO DE UM AVIÃO, MINHAS PERNAS NÃO AGUENTARIAM.- FASCINANTE SUA DESCRIÇÃO, AGORA DE PEQUIM.- QUE CIDADE - QUE POVO - QUE HISTÓRIA.- ESTOU APRENDENDO MAIS, CONTINUE MANDANDO. O ABRAÇO DE SEMPRE, GERALDO CASADO.-
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