É muito comum
ouvirmos dizer: “saúde é fundamental porque o resto a gente corre atrás”.
Parece que, além de ser uma verdade, a ideia se aplica em diferentes domínios e
de forma tangível, haja vistas para essa avassaladora onda que ameaça a saúde
mundial, centrada na China, com o coronavírus (nCov-2019).
Observemos que diante da dimensão que se revelou o surto chinês, com características pandêmicas, é fatal que se rebata sobre todos os setores de atividades daquele país e provoque profundas consequências para o restante do mundo. Pânico às populações nos cinco continentes. Contração das atividades econômicas internacionais e, enfim, um quadro econômico infectado. Que a economia chinesa vai encolher, ninguém duvida.
A situação já não era das melhores para o ritmo de crescimento do país e se agravam ainda mais as tensões que eles sustentam contra os Estados Unidos. Repercussões são sentidas nos mercados mundiais. Bolsas caem e Dólar americano se valoriza de modo fácil ao redor do planeta. São as chamadas fortes dores da economia globalizada.
Ora, a China, berço da crise, é a segunda maior economia do mundo. Produtora em massa de ilimitado número de bens de consumo, intermediários e finais, inclusive automobilística, vê-se na contingência de parar tudo e cuidar de tratar da saúde da população com rígidas medidas protecionistas. Fábricas, comércio, escolas, transportes do diferentes modais, tudo parado. Um mundo congelado e voltado somente para tratamento dos atingidos pelo vírus.
Considerando
o volume populacional do “continente” chinês estamos diante de um quadro
inusitado e inesperado. A própria cidade de Wuhan, onde o vírus foi detectado e
se espalhou, ao contrario do que muitos imaginávamos, é uma metrópole de 12 milhões
de habitantes, grande conglomerado industrial, capital da província central de Hubei
e nona cidade mais populosa do país. A construção recente de hospitais de dimensões gigantescas e em tempo recorde dão ideia da grandeza dessa cidade. Historicamente Wuhan teve um papel de liderança importante
quando da derrubada do Império, em 1927, tirando do poder o último imperador da
Dinastia Quing e estabelecida a Republica Popular da China.
Como a
paralização é geral, para o bem da população local e mundial, as atividades econômicas
sofrerão um forte debaque em nível mundial. Os chineses se tornaram
fornecedores mundiais de todo tipo de produtos, dos mais corriqueiros aos mais
sofisticados, levando a que a grande maioria dos mercados, mundo afora, confiasse
no abastecimento chinês, agora suspenso.
Por outro
lado, países produtores de commodities, como o Brasil, tomados como supridores
de, entre outros itens, minério de ferro, soja, carnes bovina e de frango veem-se impedidos de abordar portos e aeroportos chineses, também paralisados, com vistas a
barrar a disseminação do vírus mortal. Ou seja, a China virou um país sitiado. Com uma população
de mais um bilhão e uma economia tão dinâmica era tudo que não se esperava. Quem
saiu antes da eclosão do surto pode ter levado a moléstia sem perceber. E houve
casos. Segundo se noticia, já faleceram mais de 700 e aproximadamente 32 mil pessoas, na China e
outros países, já estão infectados.
Diante de quadro tão assustar é de se esperar, não apenas uma grave emergência mundial de saúde publica, mas também uma acentuada queda nas atividades econômicas mundiais. O clima é de muita expectativa. Indiscutivelmente, a economia foi infectada.
Estejamos atentos e esperemos que esse coranavírus seja controlado, não atinja os pobres e desestruturados países africanos e nem chegue por nossas bandas. E isso só o tempo dirá.
NOTA: Foto obtida no Google Imagens
Observemos que diante da dimensão que se revelou o surto chinês, com características pandêmicas, é fatal que se rebata sobre todos os setores de atividades daquele país e provoque profundas consequências para o restante do mundo. Pânico às populações nos cinco continentes. Contração das atividades econômicas internacionais e, enfim, um quadro econômico infectado. Que a economia chinesa vai encolher, ninguém duvida.
A situação já não era das melhores para o ritmo de crescimento do país e se agravam ainda mais as tensões que eles sustentam contra os Estados Unidos. Repercussões são sentidas nos mercados mundiais. Bolsas caem e Dólar americano se valoriza de modo fácil ao redor do planeta. São as chamadas fortes dores da economia globalizada.
Ora, a China, berço da crise, é a segunda maior economia do mundo. Produtora em massa de ilimitado número de bens de consumo, intermediários e finais, inclusive automobilística, vê-se na contingência de parar tudo e cuidar de tratar da saúde da população com rígidas medidas protecionistas. Fábricas, comércio, escolas, transportes do diferentes modais, tudo parado. Um mundo congelado e voltado somente para tratamento dos atingidos pelo vírus.
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Pátio de uma fabrica de automóveis em Wuhan |
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Vista noturna de Wuhan. |
Diante de quadro tão assustar é de se esperar, não apenas uma grave emergência mundial de saúde publica, mas também uma acentuada queda nas atividades econômicas mundiais. O clima é de muita expectativa. Indiscutivelmente, a economia foi infectada.
Estejamos atentos e esperemos que esse coranavírus seja controlado, não atinja os pobres e desestruturados países africanos e nem chegue por nossas bandas. E isso só o tempo dirá.
NOTA: Foto obtida no Google Imagens
4 comentários:
Ruim para nós, amigo. Muito ruim. Belo texto. Abraços.
Como sempre meu presidente vai direto no ponto nevrálgico! Parabéns amigo Girley
Preocupante. Em aspectos, físicos, econômicos, saúde é tudo.
Mais uma vez, excelente postagem, bem elaborada e, como sempre fazes, muito bem focada. Parabéns.
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